Palestrante para integração de equipes

Palestrante para integração e onboarding de equipes

Kairam Cabral é palestrante para integração de equipes e onboarding. Atende três situações: turma de novos colaboradores entrando junto, times que passaram a trabalhar juntos depois de mudança de estrutura, e unidade nova formando equipe do zero. Em 60 a 120 minutos, o grupo combina como vai se falar antes do primeiro atrito.

+15 anos
de palco e treino
+70 mil
treinadas presencialmente
+1.800
empresas atendidas
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O ESPELHO

Ninguém combina como vai trabalhar junto. Descobre no atrito.

A empresa apresenta organograma, política e sistema. O que ela não apresenta é o combinado: como se pede ajuda aqui, como se discorda de alguém mais antigo, o que se faz quando o prazo não vai dar.

Esse manual existe, mas é aprendido errando na frente dos outros.

  • A integração é um dia de apresentação de norma, e ninguém lembra da metade.

  • Duas equipes passaram a trabalhar juntas e cada uma continua fazendo do seu jeito.

  • O novo colaborador leva meses para entender como as coisas funcionam de verdade aqui.

  • A unidade nova começou com gente boa e mesmo assim demora para engrenar.

O processo, a pessoa aprende em uma semana.

O jeito de conviver leva um ano.

O território

Como fazer um time novo funcionar antes do primeiro atrito?

Integração costuma ser tratada como transferência de informação: regra, benefício, sistema, organograma. Isso é necessário e podia ser um documento. O que exige as pessoas na mesma sala é outra coisa: combinar como esse grupo vai se comportar quando as coisas apertarem.

Eu trabalho essa parte. Como se pede ajuda sem parecer despreparado, como se discorda de alguém mais antigo sem virar conflito, o que se faz quando o prazo não vai dar e ainda dá tempo de avisar. Parece básico, mas é justamente o que ninguém diz em voz alta, e é onde o time novo perde os primeiros meses.

Funciona em três situações. Turma de novos colaboradores entrando junto, quando dá para formar o hábito desde o começo. Times que se juntaram por mudança de estrutura, onde cada lado chega com um jeito próprio e a fricção já existe. E unidade nova, montando equipe do zero, que é a melhor janela de todas.

Quando existe liderança nova nesse grupo, o conteúdo ganha uma camada: o gestor recém-promovido costuma ser o mais perdido da sala, e ninguém percebe porque ele não pode demonstrar. Isso é combinado com você antes, conforme quem estará presente.

A prova

O que o time novo leva do encontro

Quem contratou, contando

Veja as empresas que já confiaram e a agenda de eventos.

Kairam CabralKairam Cabral
Ensinado por quem também enfrenta a segunda-feira

Kairam Cabral treina líderes e equipes a partir do comportamento: o que cada um sente, decide e faz sob pressão. Atua com donos de empresa e times de RH em todo o Brasil.

+15 anos
de palco e treino
+70 mil
treinadas presencialmente
+1.800
empresas atendidas
+7
países como público
Perguntas

Perguntas frequentes

Serve para onboarding de novos colaboradores?

Serve, e funciona melhor quando existe turma entrando junto, não uma pessoa por vez. Com grupo, o combinado é feito entre eles, e o hábito nasce compartilhado. Para contratação pingada, o formato que rende é juntar as entradas do trimestre num encontro só.

E quando são duas equipes que passaram a trabalhar juntas?

É a situação em que mais me chamam, e a mais difícil, porque cada lado chega achando que o jeito certo é o dele. O trabalho ali não é apagar diferença, é tornar explícito o que cada grupo assume como óbvio. A maior parte do atrito entre times vem de combinado nunca combinado, não de má vontade.

Quanto tempo dura e qual o tamanho de grupo?

De 60 a 120 minutos, e funciona melhor de 10 a 60 pessoas, porque integração pede conversa e não palco. Acima disso ainda funciona, mas perde a parte em que o grupo combina entre si, que é justamente o que faz o encontro valer.

Substitui o treinamento de integração do RH?

Não substitui. A parte de norma, benefício, segurança e sistema continua com o RH, e ela é obrigatória. Eu entro na camada de convivência e comportamento, que quase nunca tem dono na programação e é a que determina quanto tempo a pessoa leva para render.

Dá para fazer online?

Dá, com câmera aberta e grupo menor. Integração depende de as pessoas se verem e se ouvirem, então sala com câmera fechada não entrega o que precisa. Para time distribuído, o online resolve. Para gente que vai trabalhar no mesmo lugar, presencial rende bem mais.

Como contratar e quanto custa?

Conte a data, a cidade, quantas pessoas e qual das três situações é a sua: entrada nova, times que se juntaram ou unidade sendo formada. O valor depende do formato, do deslocamento e do nível de personalização, então a proposta é sob consulta.

Faça o time novo combinar antes de descobrir no atrito.

Conte a data, quantas pessoas e qual é a situação. Você recebe a indicação de formato e uma proposta sob medida.