Palestrante de gestão de pessoas: e se o processo não for o problema?
Kairam Cabral é palestrante de gestão de pessoas. Em 60 a 120 minutos, ele trata do que faz avaliação de desempenho, feedback e PDI funcionarem ou virarem formulário: o comportamento do gestor na hora da conversa. A empresa quase sempre já tem o processo. O que falta é alguém conduzir bem o momento em que ele acontece.
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- +70 mil
- treinadas presencialmente
- +1.800
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Situações que aparecem toda semana
Se alguma dessas situações é familiar, o conteúdo foi feito para o seu contexto.
A avaliação de desempenho vira formulário preenchido na última hora.
O feedback só acontece depois que alguém já errou feio.
O PDI é escrito, assinado e nunca mais aberto.
O RH cobra o processo e o gestor entrega o mínimo.
Por que o processo de gestão de pessoas não pega?
Na maioria das empresas o que falta não é processo. Existe ciclo, existe formulário, existe calendário. O que não existe é o gestor conduzindo a conversa: ele adia o feedback, evita o desconforto e preenche a nota para cumprir prazo. O sistema fica de pé no papel e desmonta na prática.
A palestra mostra esse comportamento no palco, com cena reconhecível: o gestor que dá nota alta para não brigar, o que guarda o problema até a demissão, o que confunde ser próximo com ser omisso. Quando a plateia se reconhece, o processo do RH deixa de ser burocracia e passa a ter dono.
Funciona em semana do RH, encontro de líderes, convenção e abertura de ciclo de avaliação. Quando o tema pede mais que uma palestra, o treinamento Gestão de Pessoas com Foco em Resultados trabalha o mesmo comportamento ao longo de semanas, com os gestores reais da empresa.
Da palestra ao treinamento dos gestores
O processo não engaja. O gestor engaja.
70% da variação no engajamento da equipe se explica por uma só coisa: o gestor. Nenhum ciclo de avaliação corrige isso sozinho, porque quem conduz a conversa é uma pessoa, não o formulário.
Fonte: Gallup, State of the American Manager
Veja as empresas que já confiaram e a agenda de eventos.
João da Silva
Presidente do conselho · Carmargo
Kairam CabralKairam Cabral treina líderes e equipes a partir do comportamento: o que cada um sente, decide e faz sob pressão. Atua com donos de empresa e times de RH em todo o Brasil.
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Perguntas frequentes
A palestra substitui o nosso ciclo de avaliação de desempenho?
Não, e não deveria. O ciclo é da empresa. A palestra trata do que faz o ciclo funcionar ou virar formulário: o comportamento do gestor na hora da conversa. Funciona bem como abertura de ciclo, porque chega antes de o time preencher a primeira nota e muda o jeito como ele preenche.
Serve para semana do RH ou para encontro de líderes?
Serve para os dois, e o recorte muda. Na semana do RH a plateia é mista, então o foco fica em por que o processo existe e o que cada um ganha com ele. No encontro de líderes a plateia é quem executa, e aí dá para ser direto sobre feedback adiado, nota inflada e PDI que ninguém abre. São de 60 a 120 minutos.
Os gestores não vão achar que é cobrança do RH?
Esse é o risco real, e é por isso que a palestra não defende o formulário. Ela mostra a cena que o gestor reconhece: a conversa que ele adiou, a nota alta que deu para não brigar, o problema que guardou até a demissão. Quando ele se reconhece, o processo deixa de ser exigência do RH e passa a ter dono.
Qual a diferença para uma palestra de liderança?
Liderança trata do que o líder faz sob pressão: decidir, delegar, cobrar. Gestão de pessoas trata do sistema que ele opera: o ciclo, a nota, o plano, a conversa marcada. Na prática os dois se encontram, mas o recorte muda quem compra e o que a plateia leva embora. Se o incômodo é avaliação e feedback, o tema é este.
Qual o investimento?
Sob consulta, porque depende do formato, do número de pessoas e do contexto. Uma palestra de abertura de ciclo e um treinamento de semanas com os gestores reais têm tamanhos diferentes. Conte o seu cenário no contato e receba uma proposta sob medida.
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