Palestrante de gestão de pessoas: e se o processo não for o problema?
Kairam Cabral é palestrante de gestão de pessoas. Em 60 a 120 minutos, ele trata do que faz avaliação de desempenho, feedback e PDI funcionarem ou virarem formulário: o comportamento do gestor na hora da conversa. A empresa quase sempre já tem o processo. O que falta é alguém conduzir bem o momento em que ele acontece.
- +15 anos
- de palco e treino
- +70 mil
- treinadas presencialmente
- +1.800
- empresas atendidas
Situações que aparecem toda semana
Se alguma dessas situações é familiar, o conteúdo foi feito para o seu contexto.
A avaliação de desempenho vira formulário preenchido na última hora.
O feedback só acontece depois que alguém já errou feio.
O PDI é escrito, assinado e nunca mais aberto.
O RH cobra o processo e o gestor entrega o mínimo.
Por que o processo de gestão de pessoas não pega?
Na maioria das empresas o que falta não é processo. Existe ciclo, existe formulário, existe calendário. O que não existe é o gestor conduzindo a conversa: ele adia o feedback, evita o desconforto e preenche a nota para cumprir prazo. O sistema fica de pé no papel e desmonta na prática.
A palestra mostra esse comportamento no palco, com cena reconhecível: o gestor que dá nota alta para não brigar, o que guarda o problema até a demissão, o que confunde ser próximo com ser omisso. Quando a plateia se reconhece, o processo do RH deixa de ser burocracia e passa a ter dono.
Funciona em semana do RH, encontro de líderes, convenção e abertura de ciclo de avaliação. Quando o tema pede mais que uma palestra, o treinamento Gestão de Pessoas com Foco em Resultados trabalha o mesmo comportamento ao longo de semanas, com os gestores reais da empresa.
Da palestra ao treinamento dos gestores
O processo não engaja. O gestor engaja.
70% da variação no engajamento da equipe se explica por uma só coisa: o gestor. Nenhum ciclo de avaliação corrige isso sozinho, porque quem conduz a conversa é uma pessoa, não o formulário.
Fonte: Gallup, State of the American Manager
NPS
96
Nota média
9,8/10
Medido ao fim de cada evento
Quem estava na sala responde, ali mesmo, de 0 a 10 se recomendaria a palestra a um colega. Todas as respostas entram na conta, inclusive as baixas.
Ninguém digita este número aqui. Ele vem do sistema que coleta as respostas e muda sozinho a cada evento novo.
Como o número é apuradoQuem contratou, contando
Entre as empresas atendidas estão SESI, Sebrae, Duas Rodas, Supermercados Bistek, MasterFarma, Norte Energia (Belo Monte), Hospital São João Batista, Instituto Mix. Veja as empresas que já confiaram, a agenda de eventos e as referências, com o caminho para conferir cada número.
Kairam CabralKairam Cabral treina líderes e equipes a partir do comportamento: o que cada um sente, decide e faz sob pressão. Atua com donos de empresa e times de RH em todo o Brasil.
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- países como público
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Perguntas frequentes
A palestra substitui o nosso ciclo de avaliação de desempenho?
Não, e não deveria. O ciclo é da empresa. A palestra trata do que faz o ciclo funcionar ou virar formulário: o comportamento do gestor na hora da conversa. Funciona bem como abertura de ciclo, porque chega antes de o time preencher a primeira nota e muda o jeito como ele preenche.
Serve para semana do RH ou para encontro de líderes?
Serve para os dois, e o recorte muda. Na semana do RH a plateia é mista, então o foco fica em por que o processo existe e o que cada um ganha com ele. No encontro de líderes a plateia é quem executa, e aí dá para ser direto sobre feedback adiado, nota inflada e PDI que ninguém abre. São de 60 a 120 minutos.
Os gestores não vão achar que é cobrança do RH?
Esse é o risco real, e é por isso que a palestra não defende o formulário. Ela mostra a cena que o gestor reconhece: a conversa que ele adiou, a nota alta que deu para não brigar, o problema que guardou até a demissão. Quando ele se reconhece, o processo deixa de ser exigência do RH e passa a ter dono.
Qual a diferença para uma palestra de liderança?
Liderança trata do que o líder faz sob pressão: decidir, delegar, cobrar. Gestão de pessoas trata do sistema que ele opera: o ciclo, a nota, o plano, a conversa marcada. Na prática os dois se encontram, mas o recorte muda quem compra e o que a plateia leva embora. Se o incômodo é avaliação e feedback, o tema é este.
Qual o investimento?
Sob consulta, porque depende do formato, do número de pessoas e do contexto. Uma palestra de abertura de ciclo e um treinamento de semanas com os gestores reais têm tamanhos diferentes. Conte o seu cenário no contato e receba uma proposta sob medida.
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Faça o seu ciclo de gestão de pessoas sair do papel.
Conte em que ponto ele trava: avaliação, feedback ou plano. Você recebe a indicação certa, palestra ou treinamento dos gestores.






































