Palestrante no Paraná

Palestrante no Paraná

Kairam Cabral é palestrante corporativo que atende empresas do Paraná com foco em comportamento de liderança. O estado tem o maior sistema cooperativista do país, agro de escala no oeste e no norte, e um mercado corporativo próprio em Curitiba. O conteúdo é ajustado a esse perfil antes do evento, presencial ou online.

+15 anos
de palco e treino
+70 mil
treinadas presencialmente
+1.800
empresas atendidas
  • SESI
  • Sebrae
  • Duas Rodas
  • Supermercados Bistek
  • MasterFarma
  • Norte Energia (Belo Monte)
  • Hospital São João Batista
  • Instituto Mix
  • Transal
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  • Ferrovia Tereza Cristina
  • Unnicola
  • Maria Ribeiro
  • Cliniimagem
  • Rede de Postos Leão
  • Shopping Japonês
  • Hospital Santa Terezinha
  • Ateky
  • Agrowerner
O ESPELHO

O Paraná resolveu escala antes de resolver liderança.

O cooperativismo paranaense é o maior do Brasil, e a indústria do oeste e do norte cresceu junto. A estrutura acompanhou, o faturamento acompanhou.

O que quase não acompanhou foi a preparação de quem passou a comandar equipe. O bom técnico virou gestor e ninguém explicou a diferença.

  • O agrônomo virou gerente de unidade e agora precisa cobrar quem era colega de campo.

  • A cooperativa cresceu de porte e a liderança continua decidindo como cooperativa pequena.

  • Conselho e diretoria executiva puxam para lados diferentes, e a equipe sente no meio.

  • A safra manda no calendário, e todo treinamento fica para depois da colheita.

A empresa cresceu de tamanho.

O líder cresceu de cargo.

O território

O que muda numa palestra feita para o mercado paranaense?

Muda o exemplo, não o método. O Paraná concentra o maior sistema cooperativista do país, e cooperativa tem uma lógica de comando que empresa de capital não tem: conselho, assembleia, quadro social e uma prestação de contas que é política, não só gerencial. Falar de liderança ali sem considerar isso soa deslocado na primeira frase.

O agro de escala do oeste e do norte tem outro traço: equipes grandes, sazonalidade forte e uma camada de encarregados que foi promovida pela competência técnica. O problema não é conhecimento do negócio, é o que acontece quando essa pessoa precisa cobrar, ouvir e decidir com gente.

Curitiba funciona como mercado corporativo próprio, mais parecido com capital do que com interior, e a oferta de palestrante ali é grande. O que me diferencia não é palco, é tratar comportamento com método e devolver algo que a equipe aplica na segunda-feira.

Uma observação honesta sobre prova: o meu histórico de eventos está concentrado em Santa Catarina. Se você quiser ver o trabalho antes de decidir, a agenda de eventos abertos do site é o caminho mais direto, e vários acontecem a distância curta do Paraná.

A prova

O que a liderança leva do encontro

Quem contratou, contando

Veja as empresas que já confiaram e a agenda de eventos.

Kairam CabralKairam Cabral
Ensinado por quem também enfrenta a segunda-feira

Kairam Cabral treina líderes e equipes a partir do comportamento: o que cada um sente, decide e faz sob pressão. Atua com donos de empresa e times de RH em todo o Brasil.

+15 anos
de palco e treino
+70 mil
treinadas presencialmente
+1.800
empresas atendidas
+7
países como público
Perguntas

Perguntas frequentes

Como funciona uma palestra dentro de uma cooperativa?

A diferença começa em quem está na sala. Numa cooperativa costuma haver três públicos com interesses distintos: o conselho, que responde ao quadro social, a diretoria executiva, que responde por resultado, e a gerência de unidade, que executa entre os dois. Falar para os três ao mesmo tempo sem escolher um lado é a parte difícil, e é o que define se o encontro rende.

O que muda quando o gestor veio da área técnica?

Muda quase tudo, e é o perfil dominante no agro paranaense. O agrônomo, o veterinário ou o técnico de campo é promovido porque domina o negócio, e de repente precisa cobrar quem era par, dar notícia ruim e segurar equipe em safra apertada. Nada disso estava na formação dele. O conteúdo trata exatamente essa transição, sem tratar a pessoa como se ela não soubesse o próprio ofício.

Qual a melhor época do ano no calendário do agro?

Fora da janela de plantio e de colheita, e isso muda por região e por cultura dentro do próprio estado. O erro comum é marcar o encontro no mês em que a unidade não consegue liberar ninguém, e aí metade da liderança assiste pelo celular. Vale definir a data olhando o calendário da operação primeiro e a agenda do palestrante depois.

Já fez eventos no Paraná?

Não. O histórico está concentrado em Santa Catarina, e é melhor dizer isso do que inflar uma lista. O que eu ofereço é o método, a conversa de alinhamento antes do evento e a possibilidade de assistir a um evento aberto da agenda antes de decidir.

Dá para juntar várias unidades num encontro só?

Dá, e para cooperativa com unidades espalhadas costuma ser a melhor conta: um encontro presencial com a liderança de todas as unidades rende mais que várias sessões pequenas, e ainda resolve um problema paralelo, que é gerente de unidade não conhecer o gerente da unidade vizinha. Quando a distância inviabiliza, o formato online funciona com grupo menor e câmera aberta.

Como é feita a contratação pelo sistema cooperativista?

Depende do estado e da central. Em Santa Catarina eu sou credenciado no SESCOOP SC, e existe uma página no site explicando esse caminho. No Paraná a estrutura é própria, então o mais direto é a cooperativa pedir a proposta e verificar internamente se ela se enquadra na linha de formação do sistema. Eu envio a proposta no formato que o seu setor de desenvolvimento humano precisar.

Leve a palestra para a sua empresa no Paraná.

Conte a cidade, o setor e a data. Você recebe a indicação de tema e uma proposta com o deslocamento já calculado.